Enrabando a minha própria irmã

Enrabando a minha própria irmã. Após os últimos acontecimentos entre eu, minha irmã e nossa prima, acabou que tivemos um leve imprevisto pois nossa prima teve de ir para a sua casa, mas nada que nao fosse momentâneo. Aos que ainda nao conhecem minhas historias, e melhor lerem para entender bem, votem e comentem também Eu e minha irmã Alice já estávamos a algumas semanas nos beijando e masturbando as escondidas (assim e sempre mais gostoso) e por passarmos boa parte do dia sozinhos e sermos nudistas tínhamos liberdade para bastante coisa. E é ai que começa tudo Segunda feira havíamos ido para o colégio de manhã cedo, e como toda semana, após sairmos de lá fomos para a academia malhar. Quase nao conseguia malhar vendo minha irmã vom aquelas roupas coladinhas que parecia que fazia de tudo para se mostrar pra mim, que assistia tentando controlar minha ereção.
A academia estava praticamente vazia entao quando nao aguentava mais, a segurei pelo braço e levei a uma sala bem escondida de todos.

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– eu não to mais aguentando ver voce se exibindo sua safada
– ta gostando maninho ? Então olha
Dito isso ela afastou sua blusinha e me mostrou seus peitos la mesmo
Não aguentamos e passamos s nos beijar la mesmo, mas acabamos parando por alguém poder chegar.
Saímos as pressas da academia bem cedo e nos dirigimos rapidamente pra casa.

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Logo ao chegar ja fomos tirando nossas roupas e no meu quarto já recomeçamos tudo, nossos beijos, amaços e tudo mais.
Eu já estava de pau duro quando minha irmã se abaixou e colocou tudo na boca e começou a mamar.
Não tem boquete melhor e mais quentinho que o dela, que mamava dizendo que queria seu leite.
Após alguns minutos eu nao aguentei e gozei bem forte em sua boca.
Meu pau ainda estava duro, então aproveitei para realizar uma vontade minha, a coloquei de quatro e comecei a chupar aquela buceta e cuzinho enquanto ela gemia ns minha língua.

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Me ajoelhei atrás dela e passei a cabeçona buceta dela e mirei mo seu cu.
Ao mesmo tempo que empurrava a piroca nela ela ia pra trás gemendo.
Quando entrou tudo eu conseguia sentir seu anelzinho comprimindo meu pau.
Passamos a fuder sem parar, suados, ela gozando, eu montar em suas costas metendo meu pau cada vez mais fundo ate que anunciei que ia gozar e ela pedindo pra deixar seu cu branco de porra.
Nao aguentei e despejei toda minha porra naquele cu apertado da minha irmã.
Ficamos grudados por um tempo r depois deitamos na cama, com o cu dela escorrendo de porra.

Minha esposa foi arrombada por três Pedreiros, fiquei sabendo só depois

Minha esposa foi arrombada por três Pedreiros, fiquei sabendo só depois. Aqui perto de casa estão construindo um prédio e sempre passo por perto para ouvir as cantadas dos pedreiros…um dia passei bem tarde e um deles disse “moça, entra aqui pq tá tarde e perigoso, toma um café com a gente”, entrei já pensando que iriam me comer, claro…assim que entrei eles me levaram para uma mesa e notei que ao lado da mesa tinha um colchão velho no chão, sentei e conversei um pouco com eles, os 3 eram negros e tinham 30 e poucos anos, disseram que sempre me viam passar e me achavam gostosa.

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O que estava sentado do meu lado colocou a mão na minha coxa e subiu até pegar na minha buceta já molhada, então ele gritou “ela tá sem calcinha, essa é puta mesmo” e ai foi o sinal, eles tiraram minha roupa e me ajoelharam no chão, quando vi já tinha 3 paus pra eu chupar, eles falavam “agora chupa sua puta, chupa que a gente vai te enrabar e te fuder toda”, chupei aqueles caralhos enormes e me masturbei, gozei.

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Um deles deitou e disse “vem aqui putinha, cavalga no papai vem, senta aqui na pica e rebola vadia” sentei e rebolei muito, aquela pica era deliciosa, ele me puxou pra ele e ficou me mamando enquanto metia na minha buceta, até que senti meu cu sendo aberto aos poucos e a cabeça do pau de um deles entrando devagar, o outro veio com o pau na minha boca e eu chupei com vontade, o que tava no cu começou a bombar sem dó, e eu tava adorando levar pica de todo jeito…gemia e rebolava.

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Nenhum deles gozou e me colocaram de pé, reclamei da camisinha e um deles disse “vai levar pau sem camisinha, pra sentir o cacete todinho e depois sentir a porra nessa tua buceta de puta, vai levar porra no cu também sua vadia” e me bateu no rosto, me segurou pelo cabelo e começou a foder minha garganta, eu só olhava pra ele com minha cara de quem ama ser fodida com brutalidade….aproveitei e fiquei pegando no pau dos outros dois enquanto era fodida na boca, depois um deles me colocou no braço, de frente pra ele e me comeu pela frente enquanto vinha outro e comia por trás, era maravilhoso ser levantada pelos dois, meu cu já estava todo arregaçado e o pau entrava bem fácil….eu gemia e pedia mais…me colocaram no colchão de costas e cada um veio de frente me comento a buceta e me dando tapas me chamando de puta, vadia, gostosa do caralho, até gozar, quando os 3 gozaram eu fiquei encharcada de porra e eles jogaram minhas roupas de volta pra mim…disseram “tchau putinha…

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Volta outro dia que a gente tras outros amigos, tua buceta é boa de levar pica, a gente sabe onde tu mora, qualquer coisa a gente aparece lá pra te foder” e no final me deram 50 reais “a gente sabe que tu é puta, pois toma teu dinheiro, é isso que tu vale hoje, depois tu ganha mais”, saí de lá com as pernas tremendo..mas cheia de tesão..isso aconteceu exatamente há 2 semanas e ainda não voltei lá, estou esperando meu pai sair de viagem pra chamar todos eles lá pra casa, oq acham?

Pagando a dívida do marido com a buceta e o cu

Pagando a dívida do marido com a buceta e o cu. Dias atrás ao rever um casal de amigos (Luís e Valéria como os chamarei) me veio na memória um fato ocorrido anos atrás quando eu emprestei um dinheiro (uma quantia de responsa) para o Luís inteirar no pagamento da prestação do carro dele e ele acabou pisando na bola e não me pagando na data combinada. Então passados uns dias ele me pagou uma parte e ficou enrolando para pagar o restante (já uma quantia até certo ponto irrisória pra mim) mas que eu resolvi cobrar pela sacanagem, pois na hora que precisou eu o servi, então fui até a casa dele para tentar receber e ao tocar a campanhia quem veio me atender na porta foi a Valéria, esposa dele, que por sinal é uma mulher maravilhosa em todos os sentidos, pessoa do bem, linda, um corpinho tentador com tudo nos seus devidos lugares, seios durinhos e uma bundinha meio que arrebitada que deixa qualquer homem que goste de queixo arriado ao vê-la.

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Gentil como sempre ela convidou-me para entrar o que prontamente eu fiz, até porque na rua não é lugar para se tratar algo como uma cobrança. Já dentro da casa ela disse saber o motivo da minha estada ali e falou que o marido dela havia viajado a trabalho na terça feira e só retornaria na sexta. Como ainda era quarta eu disse que o esperaria retornar para tentarmos resolver de uma vez por toda a questão e ela disse que talvez tivesse uma solução para sanar de uma vez o problema causado pelo vacilão do marido dela e perguntou se no final da tarde eu estaria na minha casa. Eu disse que sim e ela então falou que a aguardasse por volta das seis ou sete horas que ela passaria por lá. Eu disse que tudo bem, despedir-me dela com dois beijinhos no rosto e fui embora. Já ao anoitecer, por volta das sete e meia, eis que a campainha da minha casa toca e ao ir atender vi que era a Valéria.

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Ao abri a porta deparei-me com ela ainda mais linda do que já era, vestida super sexy com um vestidinho pretinho básico bem coladinho no corpo que deixava bem a mostra os contornos do seu belo corpo e que me deixou de cacete duro e pulsante dentro da bermuda. Ela então cumprimentou-me com os tradicionais beijinhos no rosto e eu convidei ela pra entrar o que de imediato ela fez.

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Fechei então a porta e disse pra ela se sentar na poltrona oque de imediato ela fez. Perguntei-a se queria beber algo e ela sabendo que eu sempre tinha cerveja em casa, pois já frequentara outras vezes acompanhada do marido, disse que aceitaria uma cerveja e eu fui na cozinha buscar com duas latinhas na mão, uma para ela outra para mim e assim passamos a beber e conversar com ela sem fazer rodeio algum, indo direto ao assunto que levou-a ali na minha casa, me perguntando de forma direta se eu topava transar com ela em troca da dívida que o marido dela tinha comigo, mas ele não podia saber e no dia que fosse acertar comigo, eu receberia normalmente como se o débito ainda existisse, só que eu repassaria pelo menos a metade para ela. Não pensei duas vezes e disse que toparia, pois fazia um bom tempo desde que a vi pela primeira vez de biquíni que eu passei a deseja-la e assim selamos nosso acordo nos beijando na boca e iniciando as preliminares antes de irmos pros finalmente. Comecei tocando nos seios dela por cima do vestidinho já fazendo-a passar a gemer baixinho quando passei a alisar as pernas e coxas dela, enfiando minha mão por baixo do vestidinho já tocando na xota dela por cima da calcinha.

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Ela suspirava, gemia e seu corpo estremecia a cada toque meu o que fazia ela beijar-me com grande volúpia. Ficamos naqueles amassos por uns bons minutos até que ela disse que queria me sentir primeiro na boquinha e depois dentro da bucetinha e do cusinho dela. Sem perder tempo, chamei-a para irmos para minha cama onde ficaríamos mais a vontade e ela topou de imediato. Dentro do quarto, ela pediu para que eu retirasse minhas roupas e me deitasse o que fiz de imediato, ficando totalmente pelado na frente dela sem pudor algum. Ela ao ver meu cacete duro e vibrante como estava, disse que eu tinha uma bela pica e que se divertiria muito com ela. Eu disse que era toda dela e que usasse como e onde quisesse e ela então passou a retirar lentamente o vestido como que fazendo um strip-tease, desnudando aquele belo corpo dela centímetro por centímetro, até que ficou somente de calcinha para em seguida retirar virada de costas pra mim, para que eu pudesse ver sua bela racha e seu belo cusinho quando ela se inclinou para retirá-la pelos pés. Meu cacete saltava de alegria e babava bastante e ela já totalmente peladinha com aquele belo corpo frente aos meus olhos e a minha disposição, não hesitou para agachar-se, segurar meu cacete e abocanhá-lo, chupando com tamanha maestria como poucas haviam me chupado até então. Eu delirava de prazer sentindo aquela boquinha envolvendo a minha pica que estava duro feito pedra e não parava de vibrar e soltar oleozinho. Ela saboreava tudo e vez por outra engolia meu cacete por completo ou passava sua linguinha em toda extensão, parando na cabeça e fazendo uma chupetinha que me fazia gemer de prazer.

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Talvez como que percebendo que eu não tardaria pra gozar, ela me pediu para que a penetrasse na bucetinha que já estava encharcada. Lógico que antes de enfiar o meu cacete na rachinha dela, primeiro cai de boca naquela rachinha totalmente depiladinha e saboreei o gostinho do melzinho dela que escorria. Chupei-a por uns dez minutos e levei-a ter vários espasmos na minha boca e gemer bastante enquanto segurava minha cabeça e a pressionava de encontro a racha dela. Em seguida passei a meter gostoso naquela bucetinha maravilhosa que engoliu com facilidade embora a grossura e tamanho do meu cacete, devido estar muito encharcada com o melzinho dela. Meti gostoso entrando e saindo naquela rachinha nem sei por quanto tempo e em quantas posições, pois só sei que ela delirava e gemia de prazer me implorando para que não parasse de meter que estava bom demais e ela estava prestes a gozar bem gostoso o que não tardou pra acontecer quando a coloquei novamente de quatro e enterrei meu cacete todo e numa estocada só na racha dela, fazendo ela ter um orgasmo imenso em meio a gritos de que estava gozando e gemidos de prazer que ela estava sentindo naquele momento.

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Tive de fazer um esforço danado para não gozar também ao sentir meu cacete queimando com a gozada que ela estava dando nele. Deixei-a se recuperar um pouco e aproveitando que estava deitada, a fiz erguer um pouquinho a bundinha e encaixei o meu cacete naquele buraquinho que já estava lubrificado tamanha a quantidade de melzinho que escorria da bucetinha dela e escorria na entradinha dele. Somada ao oleozinho que meu cacete expelia não tive dificuldade para penetrá-la no cusinho que o marido dela uma vez comentou comigo que ela adorava dar e assim me realizei naquele orifício nem sei por quanto tempo, pois ela embora me xingando e reclamando pela grossura do meu cacete que estava arrombando o cusinho dela, ela gemia muito e pedia para que eu não parasse de fudê-la ali, pois adorava sentir uma tora preenchendo o buraquinho dela e logo disse que iria gozar novamente.

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O que não tardou pra acontecer e eu ao vê-la gozando mais uma vez com o meu cacete enterrado no cu dela e ela com dois dedos enterrados na buceta, não consegui me segurar e disse que iria gozar também e quando estava prestes a derramar meu leitinho, ela pediu pra que eu fizesse sobre a bucetinha dela, pois adorava sentir o leitinho quentinho caindo sobre e depois escorrendo por entre os lábios da mesma. Não hesitei e fiz oque ela me pediu, acelerando os movimentos de entra e sai e gozando gostoso e fartamente conforme ela me pedira, caindo ao lado dela tamanho o desgaste que tive. Satisfeitos e exaustos, ficamos ali deitados lado a lado apenas nos olhando e nos acariciando na face por quase meia hora, até que começamos a nos excitar novamente e resolvemos ir tomar banho juntinhos, onde com a água caindo sobre nossos corpos nos acariciávamos e voltamos a ficar bem excitados, voltando para a cama e repetindo tudo até gozarmos e relaxarmos novamente lado a lado, só que desta vez abraçadinhos de conchinha chegando a cochilarmos.

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Ao despertamos e olharmos as horas, já passavam das dez da noite e quando pensei que ela iria dizer que estava tarde e que iria embora, para minha agradável surpresa ela perguntou se eu gostaria que ela ficasse e dormisse comigo naquela noite, pois gostaria de me sentir mais vezes dentro dela aproveitando ao máximo o tempo já que o marido dela estava viajando e assim acabamos passando a noite juntos, mas antes nos levantamos, tomamos outro banho, preparamos algo para comer e depois ao nos deitarmos metemos gostoso mais uma vez até que apagamos só despertando pela manhã (de quinta feira) quando transamos mais uma vez e após gozarmos fomos tomar banho para então nos vestirmos, tomarmos café e quando já nos preparávamos para sair (eu para o meu trabalho e ela pra casa dela) ela me perguntou se eu gostaria que ela voltasse a noite para brincarmos mais um pouco e passarmos a noite juntos, pois o marido dela só retornaria no dia seguinte (sexta feira). Eu obviamente disse que seria um prazer em tê-la novamente na minha cama e assim antes dela sair da minha casa, nos despedimos com um beijão na boca e a expectativa de um novo encontro logo mais a noite o que na hora combinada aconteceu e mais uma vez nos esbaldamos numa transa fabulosa e inesquecível que só não durou a noite toda porque ficamos exaustos de tanto que gozamos, mas pela manhã depois que dormimos um pouco e acordamos para eu ir trabalhar e ela ir pra casa dela, ainda transamos mais uma vez antes de sairmos e depois destes nossos momentos, continuamos nos encontrando e transando sempre que o marido dela viajava a trabalho, o que por pelo menos duas vezes no mês acontecia.

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Quanto a dívida do marido ‘corno’ dela comigo já estava mais que quitada pela boquinha, buceta e cusinho da esposa dele, mas mesmo assim vez ou outra eu o cobrava e passados mais algum tempo ele finalmente me pagou e queria me pagar inclusive juros pela demora, mas eu dispensei, afinal ele não sabia, mas os juros e correção já estavam mais que pagos pela deliciosa esposinha dele que eu comuniquei do pagamento e ela logo veio até minha casa para pegar a parte dela conforme havíamos combinado no nosso primeiro encontro e assim juntando a fome com a vontade comer, acabamos transando antes dela retornar feliz e realizada pelo chá de piroca que dei nela e pela grana que o maridinho dela havia me pago que foi toda para ela, já que abri mão da minha parte e repassei tudo para ela que prometeu comprar uma linda lingerie para quando viesse passar a noite novamente comigo no dia que o marido dela viajasse novamente a trabalho. Não tardou e aconteceu e realmente ela ficou ainda mais linda na lingerie que comprou.

Morena se masturbando fantasiando fodendo com amante

Morena se masturbando fantasiando fodendo com amante. Eu durmo com blusinhas de seda por causa que meus toques ficam mais gostosos nos meus mamilos e calcinhas de panos finos que fiquem socadinhas na bunda e lisas na frente para eu alisar bem meu grelo. Quando eu acordo, entro em um site de costume e vejo qual sera minha fantasia do dia! hoje eu escolhi ser comida por 2 homens!

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Então me posicionei deitada com as pernas entre abertas de barriga p cima eu comecei a alisar meus mamilos por cima da blusa que logo ficaram duros.imaginando a mão de um dos homens e a outra mão passei as unhas pelo meu corpo até ficar toda arrepiada.

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Sempre imagina ouvir elogios sobre meu corpo e o tesão q tem em mim e me fuder essas coisas.e isso me excita muito e logo começo a morder e lamber meus lábios. começo a beliscar meus mamilos e alisar meu grelo por cima da calcinha até ele ficar durinho e imagino q um homem me masturba enquanto o outro levanta minha blusa e começo a apertar meus peitos e puxar meus mamilos e a mão no grelo no vai e vem gostoso.

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Começo a ficar molhada e então puxo a calcinha para o lado e passo um dedo na entradinha e levo para o grelo varias vezes isso é muito gostoso!

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Nisso eu ja começo a mecher o quadril e a soltar uns gemidos a mão sai dos peitos e vai p boca começo a chupar meus dedos e me mexendo da mais tesão na masturbação. Então começo a enfiar dois dedos na buceta e tiro a mão molhada da boca e esfrego o grelo com vontade as vezes até sento de tão gostoso.

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Fico muito molhada e escorre p meu cuzinho.viro de lado e com uma mão continuo esfregando meu grelo e a outra vou enfiando um.dois e depois tres dedos no meu cuzinho. fico assim algum tempo. minha respiração e os gemidos aumentam até que eu gozo gostoso mordendo os labios e me contorcendo na cama aperto as pernas e curto o orgasmo um tempinho.

Meu marido me entregou para um macho super dotado

Meu marido me entregou para um macho super dotado. Meu nome é Alice, tenho 22 anos e sou casada a quatro anos. Meu marido, o Márcio tem 32 anos, é um bom homem e muito trabalhador. Quando casei eu era virgem e o Márcio foi meu primeiro e único namorado. Sou uma moça bonita, os homens sempre reparam quando passo mas me faço respeitar.

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No primeiro ano de casados nos divertimos muito, o sexo com as primeiras descobertas foi maravilhoso e eu não tinha do que reclamar, mas com o passar do tempo nossas relações foram esfriando. Sinceramente falando, está na cara que para o meu marido manter relações está sendo uma obrigação; E eu não tenho mais orgasmos, não gozo e tenho que me masturbar no banheiro após nossas transas. Não aceito como desculpas mas o Márcio trabalha muito no escritório de advocacia tentando ser promovido, ele é advogado e trabalha para uma firma muito respeitada no mundo jurídico. Vive estressado, chega em casa cansado e não me come direito. Sou nova, gosto de sexo e tenho um corpo bem feito, não vou desperdiçar minha vida e não quero me separar do Márcio, eu amo meu marido!
Então resolvi conversar com ele, abri o jogo e fui muito sincera. Ele ficou chateado mas concordou que não estava cuidando de mim como eu mereço e prometeu melhorar. Tentou, mas no mes seguinte me comeu mal e porcamente umas tres ou quatro vezes e eu só na siririca. Encostei ele na parede; Falei de meu amor por ele das necessidades óbvias de uma mulher na minha idade e deixei claro que não quero me separar…então joguei meu ultimato:
-Márcio meu amor, eu não posso continuar assim, se você concordar e permitir vou procurar o que preciso fora do casamento!
A vida é cheia de surpresas e meu marido me surpreendeu:
-Tá certo Alice…eu sei que você merece mais e no momento minha carreira é minha maior preocupação,eu te amo muito e vou permitir que você busque o que deseja com outro.

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Eu fiquei pasmada, quando comecei a conversa estava nervosa e com medo de perder meu marido com meu pedido. Esperava uma longa e difícil discusão não uma concordância calma e quase desinteressada. Márcio só me pediu para ser muito discreta e aconselhou que eu tivesse muito cuidado com a escolha do parceiro. Na verdade eu joguei sujinho, a meses que eu estava pesquisando nos sites na internet para identificar o escolhido. Já tinha selecionado alguns candidatos entre as centenas de tranqueiras que me apareceram. Um deles me interessou mais que os outros, calmo e educado me transmitiu segurança. Nos comunicamos muito pelo whats, e percebi que Rodrigo tinha tudo para resolver meu problema…Solteiro, com 35 anos e tipo fortão me atraiu mais pelas palavras de carinho e respeito mostrando ser educado e longe de ser afoito sempre me deixou a vontade sem pressionar. Ele mora perto de nosso apartamento e quando eu contei as boas notícas e ele disse estar muito contente pois estava ansioso para nosso primeiro encontro:
-Que bom que teu marido te liberou Alice e melhor ainda que você me escolheu…mas precisamos combinar mais um detalhe…estou passando meu telefone e aguardando tua ligação.
Liguei imediatamente, tremendo como uma colegial! A voz de Rodrigo é calma e firme fiquei arrepiada já imaginando que a parada estava rolando, agora de verdade. Conversamos um pouco e ele logo falou qual era sua única exigência, nada fácil:

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-Olha Alice, eu sei que seu marido é liberal e quer o melhor para você, mas faço questão que na primeira vez ele veja eu te comer, na verdade quero que ele entregue você para mim, é um feitiche que tenho e me deixa mais seguro, não quero maridos nervosos arrombando minha porta ou me colocando em confusões.
Aí complicou… pedi um tempo e achei que teria que escolher outro. A noite quando Márcio chegou coversamos e não tive mais dúvidas; Meu marido nasceu para ser corno! Não só concordou com a exigência do Rodrigo mas ainda achou que seria interessante:
– Ok amor, vai ser interessante e se está bom para você para mim também, será até bom conhecer quem vai te comer…
Livre e solta, com a consciência tranquila fiquei excitada com toda a situação e chamei meu marido para o quarto, queria trepar gostoso mas ele se desculpou dizendo que depois de um banho tinha que estudar um caso importante do escritório…
Liguei para o Rodrigo enquanto meu marido tomava banho, ele me disse não ter mais dúvidas de meu marido é mesmo um corno e merecia os chifres que estava prestes a ganhar. Ainda falamos mais umas sacanagens:
-Alice espero que você esteja pronta para ser fudida de todas as formas, vou arregaçar tua bucetinha e arrombar teu cú, o corno come o teu cúzinho?
Com prazer cínico respondi que ele já tentou mais nunca conseguiu, eu já estava entrando na conversa do Rodrigo e debochando do meu marido. Meu novo macho continuou:

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-Vejo que você está mal acostumada, amanhã a noite você vai levar uma surra de pica para não esquecer mais, te prometo uma noite inteira levando pau…você vai aguentar?
Respondi que estava preparada para tudo, e ainda brinquei:
-Promessas eu já estou cheia…quero ver se você vai me aguentar ou vai ser como meu maridinho…
Meu marido estava saindo do banho e combinei os detalhes para o encontro na noite seguinte. Contei toda a conversa para o Márcio e ele sorriu, disse que eu sou muito safada e não queria choro depois.
Eu e Márcio chegamos no apartamento do Rodrigo às oito da noite como combinado. Naturalmente eu estava excitada, mas não nervosa, Márcio estava contente e calmo. Rodrigo nos recebeu cordialmente com um sorriso largo. Notei o homem bonito que ele é, ele me abraçou e tascou um beijo gostoso que me arrepiou na hora, percebi a pegada de macho, o porte e a voz confiante. Tratou meu marido como um amigo, muito respeitoso até. Fomos os tres para a sala e acomodados em um confortável sofá, o apartamento muito bem decorado é confortável e agradável. Bebidas são servidas e em pouco tempo estamos todos bem a vontade.O papo rola solto e tranquilo, falamos de viagens,lugares legais e aos poucos o assunto vai para o sexo, praias de nudistas, troca de casais e o assunto tabú, maridos que permitem que suas esposas tenham experiências com outros homens. Ao contrário do que pensei Márcio está tranquilo e revela que está me entregando para o Rodrigo como um presente carinhoso que a esposa amada merece. O jogo começa e Rodrigo comanda:
-Aí Márcio, tire a roupa da sua esposa, quero ela só de lingerie.

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Meu marido vacila uns segundos então Rodrigo me levanta do sofá me abraça e beija na boca, um beijo molhado de amantes sem pudores, senta-se e com calma:
-Vamos Márcio, a Alice está esperando…
Meu marido se recupera e obedece Rodrigo, tira minhas roupas aos poucos e vai atirando no sofá. Eu estava com uma saia até os joelhos e uma blusa de seda bem comportada, mas por baixo usava um conjunto de lingerie especial para a ocasião, calcinhas, cintas liga e sutiã na cor vermelha com rendas pretas e sapatos de salto oito, roupa para mulher se mostrar, para as putas agradarem seus machos…Eu estou exposta, em pé no centro da sala, meu marido e o Rodrigo me examinan descaradamente, observo os dois de pau duro sem disfarçar e eu com a calcinha molhada não posso esconder como estou apreciando a situação toda…
Rodrigo se levanta e passa a explorar meu corpo com as mãos, Márcio totalmente ignorado fica observando atento e quieto.

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Meu novo macho sabe usar as mãos, me segura por trás apalpando meus seios, alisa minha bucetinha com carinho enquanto beija minhas orelhas e nuca. Quando percebe que eu já estou bem excitada tira a calça e fica de cuecas. O pau do homem já pode ser bem avaliado, não nego quero aquilo dentro de mim… O jogo avança e Rodrigo o leva para outro nível :
-Fique de joelhos Alice…Márcio pegue meu pau e coloque na boca de sua esposa…
Meu marido parece não saber o que fazer, fica vacilando e o macho alfa da sala mostra que sabe como tratar o assunto:
-Márcio! Já disse o que é para você fazer…se não quer fazer pode ir embora e levar a Alice, a coisa acaba aqui. Ninguém vai ser obrigado a nada, mas ou fazem meu jogo ou terminamos agora.
Eu louca para ter aquele cacete na minha boca, querendo muito sentir o gosto de macho e toda molhadinha olho nos olhos de meu marido e sem palavras imploro…FAÇA!

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Meu marido se aproxima e já praticamente destruido saca o pau enorme do Rodrigo para fora…que cacete! Me aproximo colocando a boca bem próxima daquele membro viril e meu maridinho faz o que tem que fazer. Rodrigo manda o Márcio puxar uma cadeira e sentar-se bem colado para ver de pertinho eu chupar, e eu chupo com gosto, uso minha saliva, deixo aquele pau bem lubrificado, apalpo as bolas, apertando-as com delicadeza, uso a lingua em volta da cabeça vermelha e inchada, ao mesmo tempo vou punhetando aquela longa e grossa estaca, sinto o licorzinho que vai saindo aos poucos do Rodrigo, olho nos olhos de meu macho e vejo tesão, fico contente em dar prazer a um homem assim. Pelo canto do olho vejo a cara de meu marido, o fdp parece gostar, não esconde um sorriso safado. Rodrigo comanda de novo:
-Márcio agora segure a cabeça da tua esposinha, não vacile, segure firme que eu vou gozar na boquinha da vadia!
E assim foi, meu marido segurou forte minha cabeça e Rodrigo usou minha boca como buceta, tirava e metia rápido, enterrava até a garganta e quando gozou meteu fundo, não tive a mínima chance, engoli tudo e notei meu marido rindo enquanto empurrava ainda mais minha cabeça sem dó!
-Gostei do teu leitinho Rodrigo!

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Elogiei o leite do macho que acabou de gozar na minha boca e olhei sorrindo para o pobre Márcio, agora meio envergonhado mas disfarçando…
Em poucos minutos Márcio tirou minha calcinha e o soutiã, obedecendo a mais um comando do Rodrigo, eu fui colocada no sofá na posição de frango assado com o corninho segurando minhas pernas por trás. Meu sexo despudoradamente exposto ficou disponível, minha xaninha raspada quase pingava e o líquido viscoso corria pelo cúzinho também bem a mostra.

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Com as pernas abertas e seguras Rodrigo iniciou o melhor oral de minha vida, minha xaninha foi bem tratada por uma lingua atrevida e competente. Uma mulher conhece as qualidades de um homem assim, antes de pau na buceta um carinho é essencial. A lingua do macho penetrava, lambia e vibrava, meus lábios vaginais foram massageados com carinho e com firmeza, eu senti a lingua me penetrando e meu grelinho ser tocado de uma maneira totalmente nova para mim, eu tremia gemia e quase gritava, o primeiro gozo veio, um orgasmo como eu não tive em anos… Márcio ainda segurava minhas pernas bem abertas quando Rodrigo cravou sua estaca na minha bucetinha toda encharcada, o pau muito maior do que eu estava acostumada me deu a sensação de estar perdendo a virgindade outra vez, até doeu um pouco, o cacete foi entrando e minha xaninha se abrindo como pode, senti bater forte no fundo de minhas entranhas e o início do vai e vem frenético foi fantástico, que sensação, tantos anos de fodinhas baunilha e agora a merecida FODA de verdade, fui até amolecendo e em pouco tempo vários orgasmos vinham um atrás do outro…Rodrigo bombava como uma máquina e por cima de meus gemidos e gritos eu ouvi meu macho gritar com o corno:

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-Segura firme as pernas da puta seu merda!
Nada mais certo, eu a puta e meu marido corno o merda, é o que somos mesmo… Quando Rodrigo gozou foi na minha cara, mandou meu marido espalhar bem a porra pelo meu rosto e enfiar seus dedos na minha boca, depois me ofereceu o cacete todo babado para eu limpar de lingua, Márcio com a cara quase encostada na minha sorria, sorriso de corno é triste…
Em minutos Rodrigo disse que eu e ele íamos tomar banho:
-Vou lavar essa puta, ela vai passar a noite comigo e você meu amigo Márcio, vai embora. Vá para casa pensar no que estou fazendo com sua esposa aqui no meu apartamento. Um bom corno fica acordado enquanto sabe que sua esposa está sendo fudida por outro. Mas preste atenção, amanhã venha buscar a vadia exatamente as seis horas da manha, não precisa subir ela vai descer e quando chegar de um toque na buzina.
Márcio não falou nada, abanou com a mão para mim e se retirou,manso e submisso.
Assim que meu corninho saiu fomos tomar banho, ele vestiu um calção folgado e me deu um camisetão grande, depois pediu pizza e ficamos conversando até as pizzas chegarem. Depois comemos, relaxamos e notei que Rodrigo estava tramando algo, foi ao telefone e ligou para alguém dizendo que ele podia subir. Em minutos a campainha toca e meu macho recebe um amigo em casa. Um cara grande e simpático aparentando a mesma idade de Rodrigo. Ele me apresenta:
Alice, este é meu amigo Carlão, ele está aqui para me ajudar a te comer, se você concordar vamos te dar a surra que pica que eu prometi, até agora foi só brincadeirinha…
Poucas vezes na vida fui tão rápida em uma decisão:
-Demorou seus safados,não estava combinado mas para mim está bom…
Os dois sorriram, Rodrigo jogou longe o calção enquanto já de pau duro levantou meu camisetão e me exibiu para o Carlão:
-Que tal companheiro? Dá para acreditar que o corno me deu tudo isso de mão beijada?
Carlão agora já pelado, exibindo uma pica maior ainda que a do Rodrigo:
-Eu agradeço aos cornos, gente boa esse pessoal…rsrsrsrsr

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Reparei que os dois tomaram viagra e em pouco tempo eu já sentia mãos e pintos por todo meu corpo, fui fodida de todas as maneiras e claro experimentei minha primeira dupla penetração. Sensacional! Uma pica arrombando meu cú, outra arregaçando minha buceta e as duas se encontrando em minhas entranhas, eu senti todas as sensações possíveis e nunca sentidas na vida, os orgasmos me derrubaram, eu já não sabia onde estava, dor, prazer e tesão se misturavam, meus gritos e gemidos assustavam a mim mesma, foi apagando e desfalecendo repetidas vezes. Eu já não sabia que horas eram mas cada vez que perdia as forças era colocada em baixo do chuveiro, e notei que os dois ficaram a madrugada inteira se revezando me fudendo rude. Enquanto um se recuperava o outro cuidava para sempre eu ter um pau em um de meus buracos. Bebi muita porra,me serviram até um pedaço de pizza frio coberto de esperma dos dois, eu comi e gostei, me sentia uma puta, uma vagabunda feliz.

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Exausta percebi que os primeiros raios do sol apareceram, escutei a buzina do carro de meu mari…do corno. Rodrigo mandou eu vestir o camisetão todo esporrado, e com um sorriso diabólico colocou toda minha roupa e os sapatos em uma sacola e atirou pela janela! O apartamento era no primeiro andar de frente para a rua e lá se foram minhas roupas:
-Rodrigo…como vou embora assim?
Ele e Carlão riram:
-Você vai embora como uma puta…qual é o problema?
Querem saber? Eu me senti mesmo uma puta. Descalça, vestindo uma camiseta que mal cobria minha bunda, toda esporrada a ponto de escorrer pelas pernas abri a porta de dei um tchauzinho, até joguei um beijinho para os dois. Desci pelas escadas e quando cheguei na portaria vazia agradeci aos infernos. Saí para a rua, catei a sacola com minhas roupas na calçada e entrei no nosso carro. Márcio arrancou e fomos direto para casa.

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No caminho nada falamos e chegando em casa meu marido tentou me beijar, afastei-o com delicadeza e pedi um tempo. Eu precisava processar tudo o que aconteceu, além disso estava exausta, destruída com meu cúzinho e minha bucetinha doendo e ardendo, cú e buceta arregaçados, principalmente sentia o meu rabinho ainda bem aberto. Fui para um banho que durou horas. Quando saí do chuveiro era uma nova mulher! Chamei o Márcio e tivemos uma longa conversa. Contei tudo que aconteceu para ele, a parte que ele não presenciou. Descrevi meus sentimentos, e as sensações com detalhes, contei como foi maravilhoso passar por várias duplas penetrações na mesma noite. Ele ouviu tudo e ficou muito excitado, pediu para transar na hora, mas eu fui muito firme:

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-Márcio, meu querido…nossa vida mudou, não era minha intenção quando entei nessa aventura mas é assim que vai ser. Você nunca mais me come, para mim você é meio homem agora, poderá me chupar e bater suas punhetas, mas sexo mesmo só vendo outros machos me fudendo, nós vamos manter nosso casamento por que me interessa ser uma respeitada mulher casada. Você aceita a situação?
-Aceito Alice, você será para sempre meu amor…minha paixão!

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Mais tarde lavei o camisetão que Rodrigo me deu e para sempre ele ficou pendurado na cabeçeira da nossa cama de casal, como lembrança para mim e humilhação para o Márcio. Minha vida sexual hoje é muito diferente da miserável vidinha de casada fiel que eu tinha e agora eu seleciono e escolho machos para meu prazer, sou uma fêmea satisfeita, sempre bem comida. Márcio foi promovido várias vezes, hoje é diretor da firma…

Entrando na rola grande e grossa do meu Primo

Entrando na rola grande e grossa do meu Primo. Chamo-me Juliana, sou casada, 27 anos, branca, 1,75 de altura, pernas grossas, bunda arrebitada, olhos claros e cabelos lisos pretos. Moro em Brasília e tenho alguns parentes no Nordeste. Meu pai veio embora muito cedo, a fim de trabalhar por aqui. Pois bem! Meu relato começa com uma viagem feita ao Piauí, quando eu estava em férias, neste janeiro que passou.

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Tarde de sábado, após chegarmos (eu e minha família), fui à casa dos tios, no litoral piauiense. Logo eu fui recebida pelo primo Renato: 1,65, branco,29 anos, franzino e sempre discreto, sem falar em sua educação, coisa que sempre me chamou atenção. Não era bonito, mas simpático. Conversa vai, conversa vem, meus tios logo quiseram ir ao encontro dos meus pais. Meu primo, porém, estava terminando um trabalho acadêmico, e não poderia ir. Acabei ficando, fazendo-lhe companhia.

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Eu usava um short muito apertado, fazendo muito volume na frente. Comecei a notar que meu primo, Renato, estava desconfortável, porque, volta e meia, olhava pra minha buceta, fechava as pernas, colocando sempre a camisa por cima de seu short. Ao longo da conversa, pedi-lhe uma cajuína. Ele, um pouco apreçado, teve que se levantar, indo em direção a geladeira. Nossa! Eu nunca havia atentado para o meu primo: seu short estava esticado para o lado direito de sua perna. Quando veio em minha direção, não me contive e fixei o olhar guloso naquele rolão, a ponto dele perceber, chamando minha atenção: – Juliana… Juliana… Tudo bem? Tome a cajuína, prima…

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Fiquei com vergonha. Contudo, comecei a imaginar como seria aquela rola dura perto de mim, seu cheiro, tamanho e espessura. Minha buceta latejava e eu me contorcia suavemente… Logo, ele me disse que tinha de sair, iria tomar um banho. Falei-lhe que não havia problema. Não me contive: fui em direção ao banheiro dentro do quarto e fiquei lhe espiando, mesmo sem condições de vê-lo por inteiro, porque o boxe atrapalhava da cintura para baixo. Ao sair do banho, tive uma surpresa deliciosa: uma rola grande e grossa, no meio das pernas brancas dele. Meu Deus, aquilo era demais pra mim. Ele, acanhado, tentou cobrir aquela jeba com a toalha, mas eu supliquei: nossa, primo… que é isso…deixa…solta ela…porra de rola mais gostosa…deixa eu pegar nesse picão…

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Avancei, peguei na base da rola grande e quente. Comecei a punhetar aquela rolona; um delicioso cheiro de pica espalhava-se pelo banheiro, e meu primo soltou um “Uh” que me deu tanto tesão, passando a punhetar a picona com mais velocidade. Minha mão não fechava direito, tão grossa que era a rola. Esfolava aquela rola como jamais fizera antes. Minha boca salivava como cadela faminta, rebolando o traseiro. Minha língua saía da boca involuntariamente, querendo lamber aquele pintão cheio de veias, de cabeçorra vermelha, uns 20 cm e muito, muito grosso.

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Meu primo estava trêmulo, boquiaberto, até dizer-me: – lambe…lambe minha rolona, minha putona de Brasília…me mostra como chupa um cacete grosso…safada tesuda… Minha língua parecia haver aumentado; passei a lamber da cabeça ao saco, que também era grande. Abri bem a boca e consegui apenas abocanhar a cabeçorra da rola, não dava mais para ir além da cabeça, de grossa que era. Assim mesmo chupava com força, esfolando, punhetando o cacetão de Renato, que pulsava e aumentava dentro de minha boca. Não agüentando mais, fiquei de quatro na cama, ao lado da porta da suíte, tirando o short, convidando meu primo piauiense para a foda: – ui… vem seu puto gostoso…vem atolar essa rola grossa na minha bucetinha, vem…atola essa picona, ui…

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Pegando-me com força, Renato começo a colocar a cabeçorra na xota molhada. Senti uma pressão grande, quando começou o vai-e-vem. Puxando meus cabelos,Renato socava aquele cacetão em mim, dando-me palmadas no meu bundão branco, que rebolava, rebolava com uma tora grossa enfiada. Minha buceta parecia estar cheia de pica, nossa! Estava, na verdade, cheia de pica, uma rola muito grossa socava forte minha buça; os lábios iam e vinham (dava pra sentir isso), de forma que eu me sentia alargada, uma cavala sendo fodida por um jumento do picão grosso: – uuiiiii…fode

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jumentão…fode essa cavala de elite, fode… Renato suava tanto, que eu sentia os pingos em minhas costas. Pediu ele, depois, pra que eu o cavalgasse… Vir-me-ei rápido, observando aquela rola que me fodia tão gostosamente, coisa que meu marido não poderia fazer, pois adoro um pintão que saiba foder gostoso, como o de Renato.

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Ao sentar naquele mastro grosso, senti-me arrepiada. Foi aí que eu pude verificar a grossura da rola de Renato, porque eu levantava e descia, sentindo-me cheia, uma coisa descomunal para mim, até então. Cavalgava gostoso, enquanto Renato mamava meus peitos, revirando os olhos. Comecei a gozar, gozava tanto que parecia não terminar. Ele começou a respirar forte, rapidamente, ainda revirava os olhos verdes, quando liberou um “Uhhhh”, dizendo: – pega leite de pica, pega…toma meu leite, safada…Consegui sair de cima e, punhetando a rolona, senti no rosto uma jorrada forte de gala quente, outra na boca, e outra nos seios, ficando um pouco ainda na mão que lhe punhetava.

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Nossa! Porra de rola gostosa a dele. Dei-lhe um beijo gostoso, avisando-lhe que iria voltar em breve. Dois dias após, lá estava eu com ele. Quando retornei à Brasília, senti saudades, conseguindo minimizar com umas fotos que eu pedi a ele (da rola grande, é claro!). Nunca esquecerei desta foda.

Gozei sem camisinha dentro da buceta da minha cunhada ninfeta

Gozei sem camisinha dentro da buceta da minha cunhada ninfeta. Recentemente quando a meu irmão veio passar a semana santa na cidade onde moro, junto veio a mulher dele que eu apenas conhecia por fotos, pois ainda nao tive a oportunidade de conhece-la pessoalmente, ela que vou chamar de Luana é uma loira “falsa” mas muito bonita e tem um corpo de deixar qualquer um de boca aberta, babando. Vamos ao q interessa> Meu irmão veio nao para passar o feriado e que ele mexe com marcação de terras e ele teria que fazer uns trabalhos durante o fim de semana nas cidades proxima da minha e trouxe sua linda esposa para nao ficar só.Tudo bem até ai, mas quando ele saiu de viagem nós resolvemos marcar algum programa para o fim de semana. Ela me perguntou o que eui aconselharia e eu como não sou nada tolo dise que todos da cidade gostavam de ir ate a barragem pois era muito bonita etal e lea topou na hora. quando chegamos na barragem notei que havia quase ninguem o que fez com que ela tirasse a roupa ficando so de biquine e que biquine, minusculo, eu logo fiquei da pau duro em ver aquele monumento na minha frente. Ela saiu em direção a agua e depois de alguns minutos ela veio ate mim e perguntou se eu nao iria entrar? – Vem a agua tá ótima! ela disse.

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Eu pensando comigo como seria ela d 4 com minha boca atracada na buceta dela. Entrei e ela foi logo se encostando em mim e sem querer meu pau encostou na bunda dela e ela sentiu meu mastro na sua bundinha, digo bundão, ela sefez de rogada e nao falou nada, entao a convidei para sair e tomar uma cerveja que tinhamos levado. ela topou, e quando eu fui saindo meu pau tava tao duro que ela notou e deu um risadinha com o que viu, quando sentamos ela comentou o por que de eu esta daquele jeito e eu sem rodeios deisse que ela era o maior tesao e que estava afim de provar o gosto da buceta, entao ela me chamou para um lado da barragem que fica mais afastado e foi logo pegando no meu pau e dizendo que era gostoso, ai ela abaixou tirou para fora e começou a chupar, como estava delicioso aquela boquinha lambendo meu pau, ora ela passava a lingua na glande ora ela chupava meu saco gostoso, até que nao consegui mais aguentar e soltei porra na boquinha dela que nao desperdiçou uma gota.

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Então pedi pra ela deitar que era minha horas de dar prazer a ela, ela deitou e cai de boca naquela bucetinha, fui lambendo de leve tirando alguns suspiros dandom leves mordidinhas no cantos da sua xaninha, ela logo tava gozando pela primeira vez, vai vai vai me faz gozar ela dizia, assim assim nao para não, nao para,morde morde faz tua cunhadinha feliz, vem mete este teu caralho em mim que quero sentir todinho dentro de mim, vem vem. Eu nao quis deixar ela esperando e fui encaixando bem devagar na xana, fui empurrando devagar ate entar a cabeça ai ela atracou as pernas nas minhas costas e me puxou fazendo eu entrar todo na buceta tirando um longo suspiro. ficamos naquela posição por um longo tempo ate que ela gozou duas vezes e eu nada, pois estava guardando pra depois.

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Depois de gozar varias vezes ela disse que era minha vez então me fez deitar e começou a me xupar de novo, fazendo com que meu pau ficasse ativo novamente, foi quando ela vei pra cima de mim e sentou de uma vez, fazendo desaparecer meu pau na sua buceta e começou um gostoso cavalgar que mais parecia um transe para ela, ela subia e descia enfiando todo dentro dela, ia até a cabeça e quando voltava, voltava com gosto enfinado todinho quase que esmagando meu saco, foi quando ela que se arqueou para tras e anunciou um novo gozo, EU VOU GOZAR, EU VOU GOZAR…. E começou a tremer em cima de mim caindo no meu peito e sem tirar meu pau de dentro começou a fazer movimento de vai e vem primeiro devagar depois mais rapido ate me fazer govar gostoso dentro dela. NO repusemos e fomos tomar um banho na barragem, voltamos pra casa onde ela disse que ainda teria muito mais esperando por mim. Comtinua… pois foi um fim de semana inteiro fudendo a cunhadinha.

Marido bêbado, mulher safada, anal garantido

Marido bêbado, mulher safada, anal garantido. Eu era bem garotão ainda e um pouco tímido, estava no auge do tesão , batia punheta três vezes ao dia, eram esporradas tesudas.

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Meus pais alugavam uma casa de três cômodos nos fundos da nossa casa no mesmo quintal. Certa vez foi morar um casal o Tião e a Dirce, Eles tinham na faixa de uns trinta e poucos anos, o Tião trabalhador braçal sempre chegava depois das oito horas em casa geralmente depois de beber umas no barzinho a esquina e a Dirce ficava em casa, era uma mulher brancona, ancas grandes uns peitões tesudos usa sempre vestidos curtos soltinhos acima dos joelhos, não era uma deusa da beleza mas não era feia e era bem gostosona uma bunda nossa.
Como a janela do meu quarto dava pros fundos tinha uma visão generosa da casa deles e do quintal onde ela lavava roupa e estendia no varal, além do que a janela do único quarto ficava de frente para o meu.

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Bom eu no auge do meu tesão ficava de pau duro só de vê-la lavando roupa se molhando toda e depois estendendo no varal. Eu ficava na janela como quem não quer nada, ela olhava sorria e continuava na lida eu colocava a mão dentro do shorts punhetando o dia todo, como era gostoso e quando ela se debruçava no tanque nossa aquela bunda gostosa o vestidinho bem pra cima no meio das coxas balançando, as vezes ela se molhava tanto que dava pra ver ate as aureolas. No começo eu disfarçava o Maximo possível com o tempo fui ficando meio descarado e punhetava gostoso ficava só de camiseta sem shorts e o como da janela só dava pra ver a parte de cima nossa era muito bom as vezes minha mãe saia então era o Maximo eu ficava pelado mesmo debruçava na janela parecia que ela adivinhava pq ai ela colocava um vestidinho de florzinha bem fininho uma tanguinha socada e ficava sem sutien os peitões soltos balançando, ela ficava horas lá fora ajeitando as coisas andando de um lado pro outro e eu punhetando pelado dentro do quarto com a janela aberta, fui ficando mais ousado ainda, depois de um tempo eu subia numa cadeira em frente ao guarda roupa e fingia procurar revistas em cima mas sem o shorts depois descia e ia para a janela, só pra ela ver que eu estava só de camiseta. Como era gostoso eu olhava aprendi a ficar olhando pelo espelho do guarda roupa e via que ela tb ficava olhando assim eu abria um pouco as pernas pra dar pra ver o saco por trás e ficava mexendo na rola ajeitando arregaçando, batia punheta cuspia na cabeçona tudo em cima da cadeira de frente pro guarda roupa, quando estava pra gozar descia ia pra janela e ficava com as duas mãos na rola punhetando forte olhando ela continuar mexendo nas coisas, sabia que ela olhava e isso me dava mais tesão.

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Um dia o Tião chegou bem bêbado, eu tinha passado o dia batendo punheta e ela no quintal, ele chegou caindo, tinha visto ela abrir porta com uma camisola, mas deixei a janela encostada já que o Tião já tinha chegado. Naquele dia minha mãe e meu pai tinham saído eu estava sozinho em casa, como estava bem quente eu sai pro quintal, sentei num banco e fiquei por lá, nisso a Dirce abriu a porta e saiu pra fora com a mesma camisola que eu tinha visto ela receber o Tião, nossa não tinha percebido mas ela estava sem sutien os seios quase saltando fora e a camisola era de algodão mas bem curta acima do meio dos joelhos e finissima, ela sorriu e puxou conversa sentando num outro banquinho de frente comigo, mas na varadinha dela, disse algo sobre calor e que o Tião já tinha desmaiado e deixado ela sozinha, eu não conseguia parar de olhar as coxas e os peitões,

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meu pau começou a latejar no shorts nem dava pra disfarçar, continuamos a conversa boba e ela falou de dor nas costas começou a alisar os ombros e falou meio dengosa “ Sérginho, bem que você podia me fazer uma massagem aqui nos meus ombros não é, se você fizer depois eu faço uma em você tb pode ser?” antes dela terminar eu já estava em pé tentando massagear (já que não entendia nada de massagem) ela ficou soltinha e afastou um pouco pra trás, meu pau estava tão duro, grosso e latejava, como ela balançava pra frente e pra trás devagar, cada vez que ia pra trás eu dava uma idinha pra frente e o pinto duro encostava nas costas dela, na primeira vez fique receoso, mas foi continuando eu já estava empurrando o pau duro nas costas dela igual um cachorro esfregando numa cadela, latejava colado, ela estava com as pernas um pouco juntas e foi abrindo, abrindo as pernas e a camisolinha ia subindo nossa ela começou a gemer ficando colada com as costas no meu pau nos dois sem falarmos nada, ela gemendo baixinho o meu pinto latejando nas costas dela, eu dei um jeito e puxei fora do shorts, que tesão eu fodia as costas dela e ela gemia, então colocou a mão pra trás segurou e começo a me punhetar devagar, com a outra mão enfio entre as coxas mexendo na buceta, devagar no inicio, mas foi aumentando o ritmo começando a se masturbar com gosto sem parara gemendo e me batendo punheta no mesmo ritmo, eu nem massageava mais os ombros dela so segurava e puxava pra trás, dei uma gozada tesuda nas costas e mãos dela que molhou a camisolinha por trás todinha de porra, mas meu pau continuou duro e ela continuou a segurar virou o rosto de lado e chupou enfiou inteiro na boca chupou com gula ..

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que delicia, depois de chupar um tempinho ficou em pé colocou uma mão no tanque e com a outra levantou a camisola e me perguntou “quer enfiar?”, eu só balancei a cabeça que sim ela disse “Vem eu te ajudo” cheguei perto por trás vendo a buceta e abunda tesuda, ela pegou o pau bem em baixo segurando parte do saco junto e ajeitou na entrada daquela bucetona por trás, a cabeça inchada melada foi atolando entre os grandes lábios ela mandou eu segurar nas ancas e empurrar e eu fiz empurrei com gosto entrou tudo até o saco bater comecei a foder … ela gemia falando sacanagens dizendo que fazia tempo que precisava de uma rola dura que a rola do Tião sempre tava mole e falava “fode meu moleque fode”, eu fodia sem dó com gosto… ela segurando a camisola levantada eu com o pau saindo pelo lado do shorts dei outra esporrada mas não parei continuei bombando ela gozou tanto que parecia estar urinando em mim. Meu pau ainda tava duro e eu com vontade de aquela bunda ..

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Nossa falei pra ela impulsivamente “Dirce quero comer seu cu a senhora você deixa?” ela não disse nada só colocou as duas mãos uma de cada lado das nadegas e abriu bem abunda “ vêm pode comer meu cu sim come, mas primeiro lambe a entradinha e cospe e empurra a saliva pra dentro dom os dedos, pra lambuzar bem”, eu me ajoelhei e cheirei aquele cu guloso a bucetona avermelhadona aberta tava escorrendo eu dei uma lambida na buceta tb que ela gemeu….

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depois comecei a lamber o cu que piscava na minha língua enfiei um dois três dedos ela rebolava gemendo dizendo putarias que nem imaginava falava “deixa o meu cú arrombado moleque, atola até as bolas que o Tião na consegue enfiar o pinto mole nem na buceta imagina no cú” depois de lamber mexer fiquei em PE e comecei atentar enfiar mas a cabeça escorregava da entrada ela esticou uma Mao segurou pertinho da cabeçona e foi encostando no buraco do cú e ajeitando segurnado não deixando escapar ate que a cabeçona atolou ela gemeu arcou as costas soltou a rola e mandou “ agora arromba moleque” segurei suas ancas e atolei nossa que cú guloso enfiei fundo o cu mordia meu pau ela tremia toda gemendo rebolando jogando abunda pra trás fodi muito ela gemendo meu pau duro entrando e saindo do cu da Dirce comecei a esporrar no cu dela ela sentiu e gemeu alto dizendo

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“ enche meu cu de porra isso enche que vou gozar putinho ahhhhhh” nossa terminei de gozar ela disse “ não tira não tira deixa sair sozinho” foi diminuindo e escapando de dentro assim que saiu ela se ajoelhou e chupou limpando todinho depois me deu um beijo no rosto e disse “agora vamos dormir não é mesmo” .. ela entrou e eu fui pra casa. Depois desse dia aconteceu cada coisa que conto depois…